Nesse mês de julho em que o centenário de nascimento de Antonio Candido tem nos acalentado a memória, puxo mais um de seus fios para tratar de uma particularidade do escritor em relação à América Latina. Falo precisamente de sua amizade com o crítico uruguaio Ángel Rama, a quem Candido conheceu nos idos de 1960, quando esteve pela primeira vez em Montevideu para ministrar aulas sobre literatura brasileira na Universidad de la República.