Na Economia, o IP encerra em julho com 12%, ou cenário de crise. O principal fator de negatividade foi a aprovação da reforma trabalhista com formadores de opinião na imprensa e a população ativa nas redes sociais divergindo sobre o tema. Enquanto na Opinião Publicada o IP da reforma trabalhista é de 97%, a positividade do tema na Opinião Pública é de apenas 9%. O discurso difundido na internet é panfletário e faz alusão à perda de direitos que a reforma aprovada trará para a população.


Enquanto na imprensa as questões político-econômicas da atual conjuntura dominam o debate, as redes sociais começam a abrir mais espaço para questões sociais envolvendo as minorias – como o ativismo LGBT, a luta contra o machismo e o racismo estrutural da sociedade brasileira. A disposição é para o debate, o que leva a positividade de Bem-Estar avançar de 25% para 49%.


Positividade cai para 34%, menor patamar dos últimos 12 meses, e reflete o desalento da sociedade com a Política e o mau-humor com medidas como a alta do imposto para o combustível e a reforma das leis trabalhistas

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