Sobre Joana Rodrigues

Doutora e Mestre pelos Programas de Pós-Graduação de Literatura Brasileira e Letras Modernas (FFLHC/USP). Professora adjunta da Universidade Federal de São Paulo, onde ministra aulas de Literaturas Hispano-Americana e Espanhola nos cursos de Letras e de História da Arte no campus Guarulhos. Deu aulas na pós-graduação e na graduação dos cursos de Gestão em projetos culturais no CELACC (Centro de Estudos Latino-Americanos de Cultura e Comunicação da ECA/USP) e na Universidade São Judas Tadeu (Jornalismo e Publicidade e Propaganda). Como jornalista (Cásper Líbero), atuou em jornais (Notícias Populares, Jornal da Tarde) e em revistas (Interview, Contigo, Nova), dividida entre a redação, a reportagem, a chefia de reportagem e a editoria-chefe. Como pesquisadora tem se dedicado ao tema das relações entre Literatura e Jornalismo a partir de sua dissertação de mestrado intitulada Literatura e Jornalismo em Gabriel García Márquez: Uma leitura de Crônicas (2011).


Nesse mês de julho em que o centenário de nascimento de Antonio Candido tem nos acalentado a memória, puxo mais um de seus fios para tratar de uma particularidade do escritor em relação à América Latina. Falo precisamente de sua amizade com o crítico uruguaio Ángel Rama, a quem Candido conheceu nos idos de 1960, quando esteve pela primeira vez em Montevideu para ministrar aulas sobre literatura brasileira na Universidad de la República.


Março é tempo de feminilidades. Mas, em se tratando do século XXI, é tempo também de diversidades. Foi no universo feminino que a transatriz chilena Daniela Vega, ao revelar seu talento para as câmeras, consagrou-se em Uma mulher fantástica, levando consigo e para o seu país a indicação de melhor filme estrangeiro desta temporada do Oscar.